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Do Campo À Mesa

Food Today

A procura por produtos aquáticos seguros e com preço acessível está a aumentar na Europa. A aquacultura europeia poderia beneficiar desta procura; contudo, esta indústria enfrenta várias barreiras ao seu crescimento. O projecto  DIVERSIFY (www.diversyfish.eu) financiado pela UE pretende ultrapassar os constrangimentos colocados à produção, marketing e consumo dos produtos de aquacultura europeia saudáveis e sustentáveis. Este projecto ajudará a satisfazer as exigências dos consumidores, a reduzir a importação de produtos de qualidade questionável e tornar esta indústria europeia líder mundial em tecnologia de aquacultura.
Apesar da hedoneidade da maioria das indústrias alimentares e do seu compromisso para com a protecção e confiança dos consumidores, a fraude alimentar é um assunto que tem ganho atenção nos últimos tempos. Pese embora a legislação alimentar da Europa seja pormenorizada no que diz respeito à segurança alimentar (incluindo controlos e testes em áreas como resíduos e outros contaminantes dos alimentos e rações para animais), não existe nenhum organismo específico direcionado para a fraude alimentar, para além do compromisso geral de que os consumidores não podem ser enganados. Para solucionar esta questão, estão a ser identificadas medidas eficazes que vão fortalecer ainda mais as regras e os controlos europeus. É possível encontrar no plano de acção europeu de combate à fraude alimentar várias destas medidas.
Actualmente, somos bombardeados com informações relativas a riscos alimentares e benefícios através de uma série de canais de comunicação. Esta variedade de informação pode causar alguma confusão aos consumidores, especialmente quando as mensagens são contraditórias. O projecto europeu FoodRisC, financiado pela Comissão Europeia, teve uma duração de três anos e meio e pretendeu compreender as barreiras que existem na comunicação dos riscos alimentares e dos benefícios e identificar potenciais soluções para os problemas encontrados. Pela comparação da utilização dos media tradicionais e sociais dentro da União Europeia e pela avaliação do comportamento de procura de informação pelo público e da percepção dos riscos alimentares e dos benefícios, os investigadores do FoodRisC desenvolveram um centro inovador de e-recursos para ajudar os comunicadores chave, na disseminação efectiva da informação sobre os riscos e benefícios alimentares.
O grau de exigência dos consumidores, bem como das Autoridades, intensificou a pressão da Indústria Alimentar implementar métodos fiáveis de inspecção de alimentos, de forma a assegurar a qualidade e a segurança dos mesmos. A tecnologia com raios-X pode ser utilizada na inspecção de alimentos para detectar contaminantes físicos e para estudar, do ponto de vista da qualidade, a estrutura interna dos produtos alimentares.
A vacinação dos animais utilizados para a alimentação humana é um procedimento usado há séculos. Actualmente, pode ser levado a cabo por diferentes razões, que não apenas a prevenção de doenças. Novas vacinas estão a ser usadas para melhorar aspectos tão diversos como a qualidade da carne, o bem-estar animal e a fertilidade. De que forma se verifica a segurança destas vacinas para o consumidor?
Ao longo das últimas décadas uma sucessão de crises alimentares tem abalado a confiança do consumidor sobre da segurança dos produtos alimentares. Na UE estas crises alimentares foram a principal força motriz na criação da legislação de segurança alimentar e infra-estruturas, a fim de restaurar a confiança na cadeia alimentar, "do prado ao prato".
As recomendações para o consumidor são feitas no sentido do aumento do consumo de peixe, como modo de protecção contra as doenças cardiovasculares. Contudo, será que os consumidores deveriam estar preocupados com a ética do consumo de peixe selvagem? E será que o peixe de viveiro é uma escolha saudável?

Na Europa e em todo o mundo, várias organizações oficiais têm na sua missão a Segurança Alimentar e a Nutrição. Estas organizações publicam documentos indutores de políticas, desenvolvem estratégias, monitorizam a ingestão de alimentos e, em alguns casos, implementam a regulamentação correspondente. Com as suas acções, têm o potencial de influenciar os alimentos a que os consumidores têm acesso ou optam por comer.

Os consumidores podem ponderar, enquanto comem uma peça de fruta ou legumes, acerca de que “ingredientes” adicionais estão prestes a ingerir. O último relatório da Comissão Europeia sobre pesticidas e alimentos deve apaziguar quaisquer preocupações nas mentes dos que apreciam um bom e saudável alimento fresco. Entretanto, os políticos da UE estão a rever as regras que, já sendo rígidas, prescrevem a utilização de pesticidas na produção alimentar, por forma a assegurar a sua aplicação rigorosa.

Nos anos setenta, a legislação sobre segurança e higiene alimentar focava o controlo do produto final, assegurando-se que este cumpria todos os requisitos de qualidade e segurança exigidos. Contudo, para garantir a segurança deste produto, a inspecção realizada apenas no final do ciclo de produção não é suficiente. Esta é a razão pela qual a legislação europeia actual integra o controlo de qualidade baseado na prevenção ao longo de toda a cadeia alimentar.

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SOBRE O EUFIC
O European Food Information Council ou EUFIC (Conselho Europeu de Informação Alimentar) é uma organização sem fins lucrativos, que fornece informação científica sobre segurança e qualidade alimentar, nutrição e saúde, aos meios de comunicação, profissionais de nutrição e saúde, educadores e líderes de opinião pública, de uma forma facilmente compreensível pelos consumidores.

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A última actualização deste site foi efectuada em 21/08/2014
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